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domingo, 12 de dezembro de 2010

Amahl e os Visitantes da Noite


A ópera natalícia do compositor italo-americano Gian Carlo Menotti (1911/2007), foi estreada em Nova Iorque em 24 de Dezembro de 1951. Composta em apenas duas semanas, constitui hoje a ópera mais popular de Menotti e a mais frequentemente representada em público e transmitida pela televisão nos Estados Unidos. Foi traduzida em dezenas de línguas e o seu apelo é tão veemente que a obra se tornou num dos símbolos universais do espírito natalício.



“Amahl” nunca foi cantada em Lisboa. A sua estreia em Portugal verificou-se em Dezembro de 1989, no Porto, numa série de espectáculos do Círculo Portuense de Ópera que obtiveram o mais retumbante sucesso. A mesma produção continuou seguidamente o seu êxito em Braga, Aveiro e Coimbra.

“Amahl e os Visitantes da Noite”



Ópera de Natal em um ato de Gian Carlo Menotti
Tradução: Mt. Almir Rosa e Irenilda Menegusso
Dezembro - dias 10 e 11 às 21h00 e dia 12 às 19h00 - Teatro João Caetano, entrada grátis

Personagens e intérpretes


Amahl – Dênia Campos, soprano
A mãe – Eloisa Baldin, meiossoprano
Gaspar – Paulo Queiroz, tenor
Melchior – Sandro Bodilon, barítono
Baltazar – Carlos Eduardo Marcos, baixo
Pagem – Jonas Mendes, barítono


João Carlos Malatian - direção cênica e cenografia


Juliano Suzuki – direção musical e regência
Piano – Karin Uzun
Camerata Municipal (músicos da OSM )
Coral Lírico Municipal - regente Mario Zaccaro
Maestrina preparadora Erica Hindrikson
Corpo de Baile da Escola Municipal de Bailado
Coreografia - Saloly Furtado



terça-feira, 19 de outubro de 2010

Maria Callas em selos !!


domingo, 17 de outubro de 2010

Aris Argiris - Bariton - Prologo - Pagliacci - Leoncavallo

Maria Callas: "Qual fiamma avea nel guardo!...Hui! Stridono lassù" Pagli...

Filmes Biográficos de duas Lendas da Ópera !


Filmes biográficos das duas maiores Lendas do Cenário Lírico de todos os tempos, Enrico Caruso e Maria Callas !
  • Caruso, A Lenda de uma Voz - Italia (1951) de Giacomo Gentilomo
  • Callas Forever - Italia/França (2002) de Fanco Zefirelli
Enrico Caruso - (Nápoles, 25 de fevereiro de 1873 — Nápoles, 2 de agosto de 1921) foi um tenor italiano
Começou a carreira em 1894, aos 21 anos de idade, na cidade natal. Recebeu as primeiras aulas de canto de Guglielmo Vergine. Atuou, entre outras óperas, na estréia de Fedora e La Fanciulla del West, do compositor italiano Giacomo Puccini. As mais famosas interpretações foram como Canio na ópera I Pagliacci, de Leoncavallo e como Radamés, em Aida, de Giuseppe Verdi. Na metade da década de 1910 já era conhecido internacionalmente. Era constantemente contratado pelo Metropolitan de Nova Iorque, relação que persistiu até 1920. Caruso foi eternizado pelo agudo mais potente já conhecido, e por muitos considerado o melhor cantor de ópera de todos os tempos.


Maria Callas (Nova Iorque, 2 de dezembro de 1923 — Paris, 16 de setembro de 1977) foi uma cantora lírica americana de ascendência grega, considerada a maior celebridade da Ópera no século XX e a maior soprano de todos os tempos.
Nascida Cecilia Sofia Anna Maria Kalogeropoulou (em grego Καικιλία Σοφία Άννα Μαρία Καλογεροπούλου), Callas era filha de imigrantes gregos e, devido a dificuldades econômicas, teve que regressar à Grécia com sua mãe em 1937. Estudou canto no Conservatório de Atenas, com a soprano coloratura Elvira de Hidalgo.

Existem diferentes versões sobre sua estreia. Alguns situam-na em 1937, como Santuzza em uma montagem estudantil da Cavalleria Rusticana, de Mascagni; outros, à Tosca (Puccini) de 1941, na Ópera de Atenas. De todo modo, seu primeiro papel na Itália teve lugar em 1947, na Arena de Verona, com a ópera La Gioconda, de Ponchielli, sob a direção de Tullio Serafin, que logo se tornaria seu "mentor".

Ópera 'Pagliacci' no Auditório Ibirapuera

 


Mais uma vez tive o privilégio de assistir uma Ópera com Direção Cênica de João Carlos Malatian, amizade de mais 34 anos ! Parabéns João Malatian !!

Como parte da programação especial que celebra os 20 anos de criação da Orquestra Experimental de Repertório, seu maestro titular, Jamil Maluf, rege, dia 17, às 11h, no Auditório Ibirapuera, o concerto-cênico da ópera Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo.
A apresentação recebe solistas, entre eles, Rubens Medina, Lina Mendes, Davi Marcondes, Leonardo Pace e Miguel Geraldi, além de integrantes dos Corais Lírico e Infantojuvenil da Escola Municipal de Música. A direção cênica é de João Malatian.
Com estreia em 1892, sob a regência do célebre maestro Arturo Toscanini, a ópera é considerada uma obra-prima do Verismo (corrente literária existente entre 1875 e 1895, na qual as obras se baseavam em fatos extraídos da vida real). Para escrever o libreto, o compositor se inspirou em um episódio vivenciado por ele mesmo, quando menino. Em 1865, durante a Festa da Assunção da Virgem Maria, Leoncavallo assistia a uma encenação de uma companhia ambulante de atores quando, durante o espetáculo, um membro do grupo foi assassinado pelo proprietário, que descobriu ser aquele amante de sua mulher.
Na ópera, o marido traído é Canio, também líder de uma trupe mambembe que se apresenta em uma cidadezinha. Por meios das intrigas provocadas por Tonio, o corcunda, ele descobre que sua mulher, Nedda, iria fugir com um aldeão. Mesmo corroído pelos ciúmes e pela indignação, Canio tem de se maquiar de palhaço para interpretar uma peça da commedia dell'arte que, ironicamente, reproduz no enredo a mesma situação de traição vivenciada por ele.
Com um desfecho trágico, Pagliacci é encerrada por uma das frases mais famosas do universo lírico: “La commedia è finita (A comédia acabou).”

sábado, 2 de outubro de 2010

Vamos há mais uma Ópera !


Pagliacci é uma ópera de Ruggero Leoncavallo representada pela primeira vez no Teatro dal Verme de Milão, em 21 de maio de 1892 com direção de Arturo Toscanini.

Nesta encenação terá a Direção Cênica do meu amigo João Malatian !

sábado, 25 de setembro de 2010

Sydney Opera House




O Teatro da Ópera de Sidney converteu-se em um símbolo da Austrália, tão reconhecido no momento como o koala ou o canguru. Seu resplandecente telhado branco se sobrepõe como conchas de molusco num promontório penetram na enseada, formando um edifício atrativo desde qualquer ponto de vista. Sob as “conchas” há cinco salas independentes para concertos sinfônicos, óperas, música de câmara e teatro, uma sala de exposições, três restaurantes, seis bares, uma biblioteca e 60 camarins.

O projeto foi vencedor de um concurso convocado em 1955 por Joseph Cahilh, primeiro ministro da Nova Gales do Sul, que desejava construir um teatro nacional de ópera num magnífico lugar da baia de Sidney, aponta Bennelong, chamada assim em homenagem a um aborígine que fez amizade com o comandante da primeira frota, capitão Arthur Philhip, que desembarcou em Sidney em 1778 com os primeiros deportados à Austrália.

Para surpresa de todos, o concurso foi ganho por um arquiteto dinamarquês pouco conhecido, Jorri Utzon, de 38 anos, que tinha poucas obras realizadas. Praticamente sua experiência limitava-se a um complexo de 63 moradias construídas em Elsinore em 1956 e um complexo urbanístico próximo de Fredensborg. Porém o projeto que apresentou para a Ópera de Sidney era tão elegante e invocador que varreu todos os seus competidores. Continha poucos detalhes, os esboços apresentados eram tão simples que beirabam o esquemático, declarou o jurado, que concluiu ainda que quanto mais o projeto era estudado, mais os convencia de que representava uma idéia capaz de converter-se num dos edifícios mais notáveis do mundo.

Fonte : MaisTurismo.Net

Cartoon: Il barbiere di Siviglia (part 1)

Cartoon: Il barbiere di Siviglia (part 2)

Cartoon: Il barbiere di Siviglia (part 3)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Pietro Mascagni: Cavalleria rusticana - Intermezzo

Cavalleria Rusticana

Direção Cênica do meu Amigo João Carlos Malatian !!
Cavalleria rusticana é uma ópera em um único ato de Pietro Mascagni, estreada aos 17 de maio de 1890 no Teatro Costanzi, em Roma. É dividida em duas partes, separadas por um intermezzo, mas se apresentam em cena contínua.
Bravo !!